Atualizado em 12/01/2026 – 19:52
A vitória do cinema brasileiro no Globo de Ouro, com o filme O Agente Secreto conquistando os prêmios de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura, repercutiu fortemente entre autoridades, parlamentares e artistas do Espírito Santo. A conquista foi celebrada como um marco histórico para a cultura nacional.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, destacou o momento vivido pelo audiovisual brasileiro. Em publicação nas redes sociais, afirmou que “o cinema brasileiro vive um momento histórico” e que O Agente Secreto “mostra ao mundo a força da nossa cultura, do nosso talento e da nossa forma de contar histórias”. Para ele, trata-se de uma conquista que “não é só de um filme”, mas “de todo o Brasil que faz arte, resiste e emociona”.
Na mesma linha, o vice-governador Ricardo Ferraço celebrou o reconhecimento internacional da produção e de Wagner Moura, afirmando estar “radiante de alegria com o talento, a cultura e a arte brasileira fazendo história”. Segundo ele, a vitória reforça o orgulho nacional e a potência da cultura brasileira no cenário global.
O secretário de Cultura do Espírito Santo, Fabrício Noronha, também celebrou o desempenho do filme e a trajetória do diretor Kleber Mendonça Filho. “O cinema brasileiro brilhou, emocionou e mostrou, mais uma vez, a força das nossas histórias no mundo”, escreveu. Para ele, o reconhecimento internacional reforça a importância de seguir produzindo e abrindo caminhos. “O recado do diretor ontem foi claro: é preciso seguir produzindo”, destacou.
A repercussão também alcançou o meio artístico capixaba. A atriz e escritora Elisa Lucinda celebrou a vitória com um texto emocionado, afirmando que “o agente secreto não é mais secreto” e que o filme representa “o Brasil do qual não nos envergonhamos”. Em sua avaliação, a obra é uma produção de memória coletiva e um alerta para que os horrores da ditadura “nunca mais aconteçam”. “Cinema é produção de memória coletiva”, escreveu.
Outras lideranças políticas do estado chamaram atenção para o conteúdo simbólico do filme. A deputada estadual Camila Valadão ressaltou o caráter inédito da conquista. “O cinema do Brasil faz história outra vez”, escreveu. A parlamentar destacou que Wagner Moura se tornou “o primeiro brasileiro a vencer uma das principais categorias da premiação” e afirmou que o feito demonstra “a força do nosso cinema atravessando fronteiras e mostrando ao mundo a potência da nossa cultura”.
O deputado estadual João Coser afirmou que a vitória representa “o reconhecimento mundial da força da cultura brasileira e de um cinema que encara de frente períodos sombrios da nossa história, como a ditadura”. Para ele, valorizar a obra de Kleber Mendonça Filho é “defender a memória, a democracia e a liberdade”.
No campo da educação, o secretário de Estado Vitor de Angelo destacou o impacto reflexivo da obra. Segundo ele, O Agente Secreto é “uma obra potente do cinema brasileiro” que convida a refletir “sobre poder, silêncio e democracia”. O secretário afirmou ainda que filmes como esse “fortalecem a cultura, preservam a memória e ajudam o país a pensar o seu próprio caminho”.
A Secretária das Mulheres do ES, Jacqueline Moraes, também celebrou a conquista do cinema brasileiro no Globo de Ouro. Afirmou que a premiação de O Agente Secreto é motivo de “alegria e orgulho do nosso cinema” e destacou que o reconhecimento de Wagner Moura representa “talento brasileiro brilhando, emocionando e levando a nossa arte para o mundo”.
Com duas estatuetas e ampla repercussão, O Agente Secreto consolida o Brasil como protagonista da atual temporada de premiações do cinema mundial e reforça o papel da cultura como instrumento de memória, identidade e defesa da democracia.

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