Atualizado em 27/03/2026 – 09:29
Uma das maiores expressões de fé e tradição do Espírito Santo agora tem reconhecimento oficial em todo o país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que reconhece a Festa da Penha, realizada em Vila Velha, como manifestação da cultura nacional. A edição deste ano acontece entre os dias 5 e 13 de abril, com missas, romarias e eventos culturais que marcam a devoção à padroeira dos capixabas.
A medida foi oficializada por meio da Lei nº 15.362, de 26 de março de 2026, publicada no Diário Oficial da União, consolidando o valor histórico, religioso e cultural da celebração capixaba.
O projeto teve origem no Congresso Nacional e foi proposto pelo senador Fabiano Contarato (PT). A iniciativa reforça a importância da festa não apenas para o Espírito Santo, mas para todo o Brasil, reconhecendo seu papel na identidade cultural e na mobilização de milhares de fiéis todos os anos.
Reconhecimento fortalece tradição
Considerada uma das maiores manifestações religiosas do país, a Festa da Penha reúne multidões movidas pela fé, pela devoção e por um forte sentimento de pertencimento que atravessa gerações.
O reconhecimento como manifestação cultural nacional amplia a visibilidade da celebração e pode impulsionar ainda mais o turismo religioso, além de valorizar tradições locais que fazem parte da formação histórica do Espírito Santo.
Festa da Penha 2026
A próxima edição da Festa da Penha já tem período definido e deve mobilizar novamente milhares de pessoas no Estado. Em 2026, a celebração acontece entre os dias 5 e 13 de abril, com missas, romarias e eventos culturais que marcam a devoção à padroeira dos capixabas.
Reconhecida como o maior evento religioso do Espírito Santo e uma das maiores festas marianas do Brasil, a programação inclui momentos tradicionais como a Romaria dos Homens e a missa de encerramento no Parque da Prainha, em Vila Velha.
Além do caráter religioso, a Festa da Penha também tem impacto econômico e social significativo, movimentando setores como turismo, comércio e serviços.
O novo status de manifestação cultural nacional reforça o papel da celebração como patrimônio imaterial brasileiro, consolidando sua relevância não apenas para os fiéis, mas para a cultura e a economia do país.

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