No dia 25 de outubro de 2026, o povo brasileiro elegeu Luiz Inácio Lula da Silva presidente pela quarta vez. Antes da primeira vitória, Lula perdeu três eleições. Em todas, aceitou a vontade popular, levantou a cabeça e voltou mais forte para a disputa seguinte. Desde 2002, sempre que Lula aparece como opção, o povo brasileiro não quer saber de outro nome.
Lula e o povo parecem enxergar um no outro aquilo de que precisam para ser melhores e, juntos, fazer do Brasil o melhor lugar possível para construir a vida. A primeira vitória foi histórica; a segunda, consagradora; a terceira, a redenção; a quarta, épica.
Sob qualquer ótica, Lula é a maior figura política da história do país. Com o tempo, é provável que o lulismo seja lembrado sobretudo como a luta contra a desigualdade social e pelo desenvolvimento do Brasil, com o povo como pilar e norte dessa construção.
Nesta eleição, Lula perdeu o primeiro turno por uma diferença significativa de votos. Foi às cordas e, por um momento, pareceu não saber o que fazer. Foi então que o povo tomou a campanha das mãos dos burocratas, passou por cima das estruturas partidárias e avisou: “Nós vamos ganhar a eleição!”
Isso é a cara do povo brasileiro. Isso é puro suco de Luiz Inácio Lula da Silva: um homem comum, que precisa da ajuda daqueles a quem escolheu se igualar. Lula e os brasileiros se alimentam um do outro.
O que se viu a partir dali foi uma sequência emocionante de manifestações populares por um Brasil dos brasileiros, como poucas vezes o país presenciou. O exército de Lula contagiou cada eleitor a votar no seu representante preferido de sempre, e os idosos lideraram a maior vitória eleitoral da história. Que fique registrado: a história foi escrita, e nós participamos dela do lado certo!
Feito no Espírito Santo.




